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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Tetrix ou tetris?


       
Todas as coisas que nela se passam, jamais se organizariam em uma palavra.
Se divide em duas, mas todas as partes pequenas se juntam apertadas, brigam por querer ocupar um lugar maior.
Quase afogada em cabelos, faz da tristeza carnaval, mas no fundo, sabe que o fundo não se completa.
É como alguém que não sabe jogar tetrix.


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Stegosaurus, waaaarrw!


         O maravilhoso mundo dos dinossauros foi a melhor parte do meu semestre em Cordados II. Este é um dos incríveis Ornithischia que fez parte do meu projeto de jogo de cartas e que, segundo a professora, me fez ganhar uns pontinhos a mais. Êba! Passei de ano!

domingo, 2 de setembro de 2012

Minha versão do filme é mais legal


Meu mais novo vício: Aquarela!
PS.: Esta foi a primeira experiência, prometo que os próximos estarão melhores ;D

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Ciencante se encantou

Amanda, 8 anos
     Então enfim o projeto foi concluído! A arte brilhou nos olhos do público e dos atores!

         A trupe Ciencante, na tentativa de unir a arte e a ciência, apresentou o espetáculo "Será o Sol Rei?" para turmas de 2° e 3° série da escola Vicente Amato Sobrinho e o resultado foi maravilhoso. Foram mais de 200 crianças pentelhas, pentelhando a peça toda, interagindo com os atores e até virando personagens!
    As crianças, através dos desenhos, nos mostraram o resultado deste trabalho.

"Em linhas gerais, concluímos que a arte não deixa de ser um foco importante a ser abordado na educação. Foi notório o entusiasmo e atenção das crianças durante toda a “aula” lúdica ministrada, além de ter proporcionado incrível experiência aos integrantes deste trabalho. "

Bia, 9 anos
"E que venha a música!"

Geovanna, 9 anos

Levi, 9 anos

Natalia, 9 anos



Ciencante

sábado, 18 de junho de 2011

No papel do subconsciente



Pense e desenhe!

"Uma multidão de gente voa pra lá e pra cá todos os dias, escuta, vê, experimenta e aprende coisas. As coisas vão se acumulando em algum lugar da mente, às vezes ignoradas ou enfatizadas sem querer. Claro que, de algum modo, os fatos ocorridos levam o indivíduo ao crescimento psicológico. Levam a quem quiser, saber mais de si.
Seria possível de alguma maneira, extrair um pensamento oculto, mesmo por mais bizarro que fosse? E se fosse possível, por que teria sido corrompido da realidade?
E se estivessem em prática todos os pensamentos corrompidos? Teríamos um mundo de loucos varridos? Com idéias revolucionárias e talvez sem nexo nenhum à nossa visão de mundo atual?
E por que as pessoas os escondem? Falta de consciência? Ou consciência demais?"

O dicionário diz: "O subconsciente é a compreensão de todos os conteúdos conscientes na larga trajetória do espírito durante o processo da sua evolução biológica; captação que registra e arquiva minuciosamente todos os pormenores de fatos ocorridos, deixando como síntese um pensamento orientado, um ensino proveitoso para o ser. É o progresso, a evolução."

Se for evolução, então vamos à evolução!

Adalton - 25 anos

Antônio - 81 anos

Bruno - 25 anos

Carlos Humberto - 23 anos

Isabela - 2 anos

Josefina - 84 anos

Nathalia - 19 anos

Nathan - 16 anos

Rafaela - 23 anos

Renata - 25 anos

Tathiane - 31 anos

Verônica - 24 anos

Victor - 19 anos

Um obrigado aos queridos desenhistas ^_^

quarta-feira, 9 de março de 2011

Luzes, câmeras... ok, vivendo.

        O Universo conspira a nosso favor, ou contra nós. As vezes achamos que ele é sempre contra. Confundimos os contras e os prós, o antes e o após, o vice e o versa.
        Mas agora me responda: O QUE É AQUELA ENERGIA? Aquela coisa que sentimos e parece que tudo já está decidido e apenas fazemos parte de uma história, como personagens principais?

       Cada um é antagonista de seu próprio conto. Cada um age da melhor forma que lhe parece, caminhando assim, para o seu próximo capítulo. Há aqueles que pulam páginas e há aqueles que ficam em apenas um parágrafo até o tempo que lhes convém. Cada um escolhe seu cenário, sua vestimenta, seu repertório...
       No meio da cena a gente para, erra, volta atrás. Esperneia, diz pro diretor que já não aguenta mais. Chora, pede pra sair. Respira, vê que é ali que a coisa gira, que tudo surge. A magia dos palcos, da vida, da plateia vidrada [quem é a plateia?].
       Aprendemos a fazer romance, a fazer drama. A se expressar e a amar, amar, amar todo dia.
       E como não há ensaios e alguém que incentive, é no riso e no improviso que a gente sempre vive.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

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Pensa, menina, pensa pra escrever um texto bom.
Pensa pra falar, pra tocar, tocar pra quê? Tocar o quê?
Pensa no caderno, no livro bom.
Quem? Cuma? Onde? Por quê?
Pensa na música, na letra, esquece o livro.
Ouve a música, o que ouve? O que houve?
Ser maior, ser bemol.
Melhor que ontem, melhor que antes.
...
Pensa, menina. Mas não pensa muito.
Seu dia é sempre ímpar.


(Desenho de autor desconhecido)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

sábado, 4 de setembro de 2010

Eles eram tão pequenos


Tão pequenos, mas sabiam de coisas que nem o cientista mais maluco descobriria. Eram espertos de pés descalços.
Aquela ponte os separava. O rio lá embaixo ardia vontades de ultrapassagem, mas era proibido. As famílias não se davam e por anos nem se viam. Protestantes versus católicos. Eram doutrinas e culturas que não valiam à pena, mas ninguém sabia, e com viseira nos olhos seguiam o que já esperavam.
Ele corria, cansado. Seu cabelo vermelho bagunçava e bochechas rosavam, realçando as sardas. Suor escorrendo na testa. Corria dos garotos maiores jurando que quando crescesse iria se livrar de todos eles. Seria sua vingança.
Correu longe e se livrou dos brutamontes. Lembrou que sua mãe não perceberia sua ausência, estava ocupada demais se preocupando com o marido bêbado e com as “gêmeas irritantes”. Ele as odiava. Talvez por ser o único filho homem e ser tratado como “menininha” quase sempre. Queria que o pai se orgulhasse dele. Queria na verdade, ser como o pai: corajoso, destemido, dono das verdades, porque era assim que o via, não ligava para o que os outros diziam.
Viu a ponte, pensou duas vezes e correu, atravessando-a. Não se deu ao luxo de olhar quem vinha pela rua perpendicular, e num esbarrão, caiu, derrubando também o outro menino.
Não sei explicar o que se deu ali, mas foi coisa de instantes. Dizem que amigos já nascem amigos, sem precisar de balela, e assim que foi. Talvez pelo sentimento de desobediência, pela vontade de ser diferente daqueles que os criavam. Identificaram-se por serem tão diferentes e tão iguais. As idéias rolavam assim, sincronizadas, todo dia.
O outro menino era pacato. Tinha um cansaço nos olhos castanhos. Era filho único e seu pai traia a mãe com a moça da bilheteria do cinema. Adorava filmes de faroeste onde os homens carregavam uma bainha de couro na cintura, com arma antiga de cano fino. Aliás, essa era a paixão dos meninos durante toda a infância. Entravam pela porta dos fundos e enganavam o moço dos ingressos. Sonhavam em ser como os vilões, nunca como os mocinhos. Roubo de bancos, crimes, tiroteio, cavalaria.
E num dia bem normal, decidiram-se, iriam dar o fora dali, fugir, e quando conseguissem fazer tudo  o que queriam, voltariam e contariam a história pros outros. Seriam vilões de faroeste, famosos, apareceriam nos jornais.
E assim fizeram.
Mal sabiam eles que a cidade inteira os procurava, os pais desesperados querendo notícias, carros de polícia por todos os lados. Rebuliço.
Os meninos conseguiram o que queriam sem querer, ficaram mais conhecidos que os próprios atores bandidos da TV.
Os pegaram. Voltaram pra casa orgulhosos, mas não esperavam o pior: grades e cadeados. Ficariam encarcerados em suas próprias casas como pena a cumprir. A ponte parecia até maior. Eles estavam mais longe.
Essa foi a pior pena.
.

O ruivo o que tinha agora, depois de tanto tempo, era no lugar das mechas vermelhas, mechas brancas e uma barba rala. E na mesma cadeira do bar onde seu pai havia morrido baleado anos atrás, estava agora sentado.
Em sua direção, o carteiro cansado caminhava. “Carta pra você”, ele disse. Estranhando, abriu o envelope e reconheceu ali, os anos que havia perdido.



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Baseado no filme “Eternos Heróis”.









Mickybo e Jojo

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Vai tempo, vai...



Vai tempo, vai...
Leva as pétalas, as flores, as dores.
Leva as doutrinas, as cortinas, as tendas.
Leva e não trás de volta.
Eu sei que não volta.
Não corta, não entorta.
Leva isso e deixa aquilo, leva aquilo e deixa isso.
Deixa disso. O que é que tem?
Eu não faço nada , e você também.
Esquece de levar as histórias, as escórias, as memórias.
Levando as coisas das minas.
Me deixando biruta com as rimas.



quarta-feira, 21 de julho de 2010

O menino da guitarra Dolores




Hey boy! Mas seu cabelo tá bonitão,
De onde você tira tanta inspiração? Imaginação? Curso de computação?
Tira tuas escritas da panela, deve ser...
Já vem pronto teu ensopado de frases estranhas,
tua sopa de letrinhas das entranhas.
Ninguém te ensinou a pôr os pés no chão?
Ninguém te ensinou a ser sem sal como todo esse mundão?
Da tua loucura peço parte,
não esquece da careta na foto,
que eu vou querer um autógrafo,
quando você virar professor de arte.
Eu sei, você precisa voltar logo.
Tua mãe tá te chamando, e teu irmão chorando,
querendo colo.
Agora, menino, se liga, não cochila.
Quando vai me devolver a jaqueta que eu botei na tua mochila?

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Faça arte, palhaçada faz parte!

Manu, Soninha e Nathalia viraram desenho! =O

"Viva á tua maneira, não perca a estribeira, saiba do teu valor.

E amanheça brilhando mais forte que a estrela do norte que a noite entregou!"